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Minicurso Aprenda sobre Comportamento Humano, Dia 6 - Família, O Grupo Carma — YouTube do Acervo CEC

Narrado por Moisés Esagüi3 min de leitura

A família reúne pessoas de energias semelhantes, favorece o aprendizado dos relacionamentos e pode ser transcendida com trabalho sensato e sincero.

Minicurso Aprenda sobre Comportamento Humano, Dia 6 - Família, O Grupo Carma
Vídeo · 13 min 7 s · Assistir no YouTube

Resumo

A família reúne pessoas com energias semelhantes para aprenderem a se relacionar, com os pais como referenciais. Esse vínculo antecede o nascimento, e cumprir nosso papel nesse grupo faz parte da nossa evolução. A maioria vive em grupos de acerto: raiva, ciúme e mágoa indicam um nível abaixo do chacra cardíaco, enquanto grupos evolutivos são raros. Na convivência, respeito e bom senso ajudam a lidar com os desgastes. O diálogo deve dar espaço a questionamentos, sem raiva nem intenção de submeter o outro. O trabalho sensato e sincero permite transcender o grupo familiar.

Transcrição da fonte

A família é a base da formação da sociedade e, por isso, tem importância fundamental. Abordarei a espiritualidade no contexto do comportamento familiar, pois ela é essencial para o nosso crescimento e felicidade. É fundamental aprender a se relacionar com nosso grupo mais próximo, nossa origem: nossos pais. O pai serve como referencial de homem, marido e companheiro da mãe, enquanto a mãe é referencial de mulher e esposa. Essas figuras influenciam profundamente nossa vida, pois são responsáveis por nossa continuidade e por tudo que realizamos ao longo da nossa história.

É importante que nossos pais tenham uma representação saudável em nossas vidas, servindo como referências. Antes de nascermos, já estamos ligados a esse grupo familiar. No contexto espiritual, é essencial compreender toda a história. Quando estamos para nascer, nossa mãe está grávida e nós estamos ao lado dela como um corpo espiritual. Muitas vezes pensa-se que o espírito já está dentro do corpo da mãe, mas, na verdade, ele permanece ao lado dela até o terceiro ou quarto mês de gestação.

Nesse período, o espírito pode decidir, através do livre-arbítrio, não seguir adiante com o nascimento, caso perceba que não conseguirá cumprir sua missão de vida naquela família. Quando ocorre um aborto, a mãe pode entrar em luto e frustração, mas é importante lembrar que o espírito que não aceitou esse nascimento sofre muito com essa reação. A falta de conhecimento pode levar a atitudes prejudiciais tanto para nós quanto para aqueles ao nosso redor, sejam eles físicos ou extrafísicos, inclusive um futuro filho. É crucial dar atenção a isso para seguir o melhor caminho.

Se o espírito decide reencarnar, ele enfrenta o primeiro trauma da vida: nascer. Nascer e morrer são traumas primitivos, pois, ao nascer, temos um apagão de tudo que éramos, e ao morrer, muitas vezes também ocorre um apagão. Nossa continuidade existe, mas participamos dela apenas parcialmente, devido às nossas crenças e rituais. Ao nascer, escolhemos um grupo familiar; se somos emocionais, ele é escolhido pelos amparadores de nascimento, que indicam o melhor grupo com energias semelhantes às nossas. Isso facilita um caminho mais tranquilo, evitando conflitos. Nascemos em um nível semelhante ao nosso, pois procuramos os iguais. Se achamos que nossos pais são inadequados, devemos nos olhar no espelho, pois nascemos em grupos que refletem quem somos.

Nosso grupo familiar é importante e, mesmo que tenhamos dificuldades em aceitá-lo, é essencial cumprir nosso papel. Se somos filhos, devemos agir como tal, respeitando e tratando os outros de forma adequada. Nosso caminho é parte importante da nossa evolução, e estamos aqui por nossa missão. Administrar desgastes e sofrimentos com bom senso é crucial, pois estamos realizando algo maior.

A família é fundamental, pois criamos regras, rituais e casamentos que configuram nossa sociedade. Embora nossa família idealmente inclua todas as pessoas da Terra, isso não é viável devido à grande população. Assim, temos um núcleo familiar de origem que devemos tratar com carinho. Se conseguirmos, através de trabalho sensato e sincero, podemos transcender nosso grupo familiar, que é nosso grupo de acertos. Poucos grupos familiares são evolutivos, onde as pessoas estão acima do chacra cardíaco ou na parte superior dele. Para saber em que chacra estamos, basta nos analisarmos.

Verifique se você sente raiva, ciúmes ou mágoa. Se possui características negativas ou variações de humor, isso faz parte de quem você é. Caso tenha alguma dessas características, você está abaixo do chacra cardíaco. Sua família é um grupo de acerto. Acima disso, seria um grupo evolutivo. A maioria das pessoas na Terra vive em grupos de acerto.

As informações que estou passando podem ser questionadas. Tudo o que digo pode ser questionado, e isso é importante. É essencial discutir e expressar nossas emoções, mas sem cargas emocionais, raiva ou a intenção de submeter o outro. Nenhum de nós está certo; tudo é relativo. Nosso objetivo é melhorar a nós mesmos e aqueles ao nosso redor, compreendendo melhor nosso propósito na Terra. Devemos agir com total sinceridade para fazer o que acreditamos ser melhor para todos.

Questões levantadas pelo material

  • Qual é o papel da família na evolução espiritual?
  • Um espírito pode desistir de reencarnar durante a gestação?
  • Como é escolhida a família em que vamos reencarnar?
  • Como saber se uma família é um grupo evolutivo?

Palavras-chave

famíliagrupocarmareencarnaçãoreferenciais

Como citar

ESAGÜI, Moisés. Minicurso Aprenda sobre Comportamento Humano, Dia 6 - Família, O Grupo Carma. Amparo: Centro de Estudos da Consciência, 29 maio 2013. 1 vídeo (13 min 7 s). Disponível em: https://centrodeestudos.org/acervo/minicurso-aprenda-sobre-comportamento-humano-dia-6-familia-o-grupo-carma/. Acesso em: 5 nov. 2026.