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Minicurso Aprenda sobre reencarnação - Dia 5 (continuação), O Momento da Morte — YouTube do Acervo CEC

Narrado por Moisés Esagüi3 min de leitura

Amparadores conduzem o desencarne; depois, a lucidez depende de apegos e crenças, e o ambiente encontrado reflete expectativas e estado emocional.

Minicurso Aprenda sobre reencarnação - Dia 5 (continuação), O Momento da Morte
Vídeo · 10 min 28 s · Assistir no YouTube

Resumo

Um grupo de consciências amparadoras conduz o desencarne em conjunto e sem envolvimento emocional. Antes, vitaliza a pessoa e refrigera seus chacras para minimizar o sofrimento; depois, desabilita o chacra cardíaco, trabalha com energias para desprender o corpo astral, e o cordão de prata se rompe. A lucidez retorna gradualmente e depende de apegos, crenças e mecanismos desenvolvidos. O ambiente após a morte reflete expectativas, crenças e estado emocional; consciências afins ajudam quem deseja algo melhor. O desencarne não leva a um destino fixo: a jornada e o aprendizado prosseguem em um processo de evolução contínuo e infinito.

Transcrição da fonte

Hoje continuamos o quinto dia do curso "Aprenda sobre Reencarnação", focando no momento crítico da vida: a morte. Para facilitar a compreensão, vamos colocar você como protagonista desse processo. Existe um grupo de consciências amparadoras que gerenciam o encarne e desencarne de uma consciência em corpo físico. Essas consciências não se envolvem emocionalmente, pois possuem um nível de percepção muito elevado, que buscamos alcançar. Imagine que você atingiu um nível onde é uma consciência amparadora, praticando o encarne e desencarne, e faz parte de um grupo.

Se você tem um corpo físico, é avisado para participar desse processo, necessitando ser proficiente em projeção astral. Caso esteja na dimensão energética mais sutil, participa continuamente. Vamos supor que estamos na dimensão extrafísica, sem corpo físico. Quando alguém vai falecer, já conhecemos todo o processo. O conhecimento é em bloco, não sequencial como o nosso.

No desencarne, o grupo age em uníssono, sem discussões sobre o procedimento, pois é uma prática consolidada. Você se desloca até o local e realiza o desencarne, desabilitando o chacra cardíaco da pessoa de forma rápida e automática. Após desabilitar o chacra, o corpo astral começa a se desprender. A equipe continua trabalhando com energias para que a pessoa escape das energias densas do corpo físico. O cordão de prata se rompe, e a pessoa se encontra na dimensão astral, com mais ou menos consciência, dependendo de seus apegos, crenças e mecanismos desenvolvidos.

Antes do desencarne, a equipe vitaliza a pessoa, refrigerando os chacras para minimizar o sofrimento. A maioria das pessoas tem um processo inconsciente de não querer morrer, pois estão acostumadas ao corpo físico, não só nesta vida, mas em várias reencarnações. Após o desencarne, a pessoa vai tomando consciência gradualmente, encontrando um ambiente que reflete suas expectativas e crenças, como uma igreja ou um lugar bonito.

O ambiente criado após a morte reflete o estado emocional da pessoa. Se ela é mal-humorada ou raivosa, encontrará um ambiente correspondente. Pessoas que desejam algo melhor encontram ambientes agradáveis, com a ajuda de consciências afins, como parentes e amigos já falecidos. O chacra cardíaco é o mediador entre as energias densas dos chacras inferiores e as energias sutis dos chacras superiores, encerrando o processo de vida física. Após a morte, a pessoa pode permanecer em sua casa, assistir ao próprio enterro ou ir para locais que acredita serem maravilhosos, conforme suas crenças.

As colônias espirituais são formadas de acordo com as crenças e grupos afins. Já participei de uma assistência em uma colônia de escritores, onde o ambiente era fechado, como escolas antigas, refletindo o foco e crenças dos habitantes. Criamos nosso ambiente espiritual conforme nossas crenças e atitudes, tanto na vida física quanto após a morte.

A discussão sobre colônias espirituais é vasta, mas não é o foco agora. No entanto, é importante entender que o desencarne não é um ponto final, mas uma continuidade. Quando morremos, não chegamos a um destino fixo; a jornada prossegue. Não evoluímos para nos tornarmos semideuses ou deuses; o processo é contínuo e infinito. Aqueles que ficam para trás podem nos ver como mestres ou consciências elevadas, mas, na verdade, nunca chegamos a um ponto final. Aprendemos ao longo do caminho, e essa é a essência da evolução.

Questões levantadas pelo material

  • Como acontece o desencarne?
  • Como as crenças influenciam a vida após a morte?
  • A evolução da consciência tem um ponto final?

Palavras-chave

assistência ao desencarnevida após a morteamparadores espirituaiscrenças

Como citar

ESAGÜI, Moisés. Minicurso Aprenda sobre reencarnação - Dia 5 (continuação), O Momento da Morte. Amparo: Centro de Estudos da Consciência, 3 jun. 2013. 1 vídeo (10 min 28 s). Disponível em: https://centrodeestudos.org/acervo/minicurso-aprenda-sobre-reencarnacao-dia-5-continuacao-o-momento-da-morte/. Acesso em: 8 nov. 2026.

Minicurso Aprenda sobre reencarnação - Dia 5 (continuação), O Momento da Morte — Acervo CEC