Resumo
Moisés saiu do corpo para testar se um papa-mosca reagiria à sua energia e intenção. A aranha respondeu a alguns movimentos virando-se na direção dele, mas não reagiu a outros, o que lhe deu a impressão de que ela percebia sua presença. A experiência não foi científica por falta de metodologia adequada, mas abriu novas possibilidades de explorar o que há ao redor por meio da projeção astral. Essa ferramenta contribui para o crescimento pessoal e permite aprender sobre espiritualidade sem terceirizá-la, mas não deve ser o sentido da vida.
Transcrição da fonte
Relatei algumas experiências que tive, as quais melhoraram muito minha vida, no sentido de aprender mais a espiritualidade sem ter que terceirizar. Acredito que a projeção astral é uma ferramenta, mas não deve ser o sentido da nossa vida. É preciso ter força e determinação para seguir esse caminho, utilizando-o como meio de crescimento pessoal. A ideia é não terceirizar a espiritualidade ou aquilo que não conseguimos ver.
Uma das experiências ocorreu quando eu era bem jovem, por volta dos 12 ou 13 anos. Eu queria saber se, ao estar fora do corpo físico, seria possível provocar algum tipo de reação em insetos ou animais. Naquela época, eu tinha receio de que, ao me aproximar de um réptil, como uma cobra, algo pudesse acontecer. Eu não tinha conhecimento suficiente e achava que poderia haver algum risco. Mais tarde, descobri que nada poderia acontecer, a menos que eu somatizasse através da minha estrutura emocional. Lembro-me de ter ido a um lugar específico para ver se, ao fazer algum movimento na dimensão astral, um inseto reagiria.
Uma experiência engraçada ocorreu quando eu morava na região de Parelheiros. Havia uma aranha na parede, um papa-mosca, que se podia pegar na mão. Eu queria ver sua reação, pois ele parecia muito ágil e elétrico. Decidi sair do meu corpo e tentar, com minha energia e intenção, tocar o papa-mosca para ver se ele se movimentaria ou perceberia minha presença. Quando fiz a experiência, flutuei até a sala e me aproximei devagar para realizar o teste. Já havia planejado toda a estrutura da experiência. No entanto, ao me aproximar, ele desceu pelo fio e saiu andando pelo chão. Não sabia se minha aproximação tinha causado isso. Fui atrás dele e, ao me aproximar, ele mudou de direção. Achei que ele tinha percebido minha presença.
Fiz outro movimento, mas ele não respondeu. Logo em seguida, ao fazer um movimento em outra direção, ele se virou para lá. Foi uma situação engraçada. Essa experiência não pode ser considerada científica, pois eu não tinha uma metodologia adequada. Estava apenas tentando descobrir o que acontecia. Realizei vários movimentos; alguns ele respondeu, outros não. Quando ele respondia, era na direção em que eu estava. Ri bastante depois, pois não podia contar para ninguém o que estava fazendo. Registrei a experiência detalhadamente, desde a saída do corpo até a interação com o papa-mosca, para que pudesse utilizá-la no futuro.
Essa experiência foi importante para mim, pois estava testando coisas novas. Foi um começo de alguma coisa. Normalmente, quando fazemos projeções astrais, buscamos outros sentidos para nossa vida. Muitas vezes, queremos sair do corpo para conversar com um parente falecido ou conhecer algum lugar. No entanto, penso que, quando não temos controle do veículo astral, acabamos tentando nos beneficiar de outras formas. Eu também quis ter experiências para me beneficiar, como flutuar, sentir energias e fazer viagens à distância, a grande velocidade. Com o tempo, descobri que existem outras coisas interessantes ao nosso redor que podemos explorar com essa ferramenta.
Questões levantadas pelo material
- É possível interagir com insetos durante a projeção astral?
Palavras-chave
Como citar
ESAGÜI, Moisés. Relato 015 - Experiências com Insetos usando o Corpo Astral. Amparo: Centro de Estudos da Consciência, 23 maio 2013. 1 vídeo (8 min 43 s). Disponível em: https://centrodeestudos.org/acervo/relato-015-experiencias-com-insetos-usando-o-corpo-astral/. Acesso em: 6 nov. 2026.





