Resumo
Passamos por sucessivos nascimentos e mortes e repetimos padrões de vidas anteriores sem acrescentar novos conhecimentos. Sair dessa roda exige assumir a responsabilidade pelo próprio caminho, com questionamento, revisão interna, mudança de comportamento e autoenfrentamento. A missão é crescer e evoluir: o esforço e o esclarecimento sobre quem somos e o que é a vida permitem encarar a morte como continuidade do que somos.
Transcrição da fonte
O medo da morte é uma questão séria em nossas vidas. Tanto a morte quanto o nascimento são processos que vivenciamos repetidamente. Cada um de nós já nasceu e morreu centenas de milhares de vezes: desencarnamos, ficamos sem o corpo físico, nos preparamos para renascer e reencarnamos. Esse ciclo se repete, sendo a morte a maior repetição que enfrentamos. Em nossa vida física, repetimos padrões de vidas anteriores sem acrescentar novos conhecimentos. Não questionamos a vida nem o que realmente somos, esperando que uma força superior nos ajude. No entanto, precisamos mudar o rumo de nossas vidas, pois somos responsáveis por nosso próprio caminho. Temos a capacidade de aprender e fazer associações, mas muitas vezes não utilizamos isso para trilhar o melhor caminho.
O melhor caminho é o do questionamento, da revisão interna, da mudança de comportamento e do autoenfrentamento. Precisamos nos libertar de tudo aquilo que nós fomos para seguir um caminho melhor. O esforço e o esclarecimento são fundamentais para sair dessa roda primitiva de repetições. Esse esforço é essencial para que, no dia da nossa morte, não tenhamos a sensação de que tudo acabou. Na verdade, as coisas não terminam assim. É importante aprender a compartilhar o espaço, entender quem somos e o que é a vida, e parar de achar que existe uma missão especial.
Cada um de nós tem duas possibilidades: uma forma de crescer e a obrigação de crescer, que é evoluir. A missão fundamental é evoluir, e isso pode se manifestar através de uma profissão, de um caminho ou de um local, dependendo das composições familiares e sociais. Nossa missão é crescer, evoluir e ser melhores, para que, no último dia de nossas vidas, tenhamos tanto conhecimento que a morte não seja o fim, mas uma continuidade do que somos. Para alcançar isso, é necessário muito trabalho. É nisso que acredito.
Questões levantadas pelo material
- Como parar de repetir padrões de vidas passadas?
- Como a evolução pessoal ajuda a enfrentar o medo da morte?
Palavras-chave
Como citar
ESAGÜI, Moisés. O Medo da Morte. Amparo: Centro de Estudos da Consciência, 23 maio 2013. 1 vídeo (4 min 50 s). Disponível em: https://centrodeestudos.org/acervo/o-medo-da-morte/. Acesso em: 3 nov. 2026.





