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Relato de Clarividência: espírito que desaparecia — YouTube do Acervo CEC

Narrado por Moisés Esagüi3 min de leitura

Moisés viu um homem aparecer e desaparecer ao lado de uma passageira e achou que fosse o espírito do marido falecido dela.

Relato de Clarividência: espírito que desaparecia
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Resumo

Durante uma viagem de ônibus, Moisés conversou com uma passageira que sentia muita falta do marido falecido. Quis confirmar se a figura que via aparecer e desaparecer era o marido dela, mas decidiu não fazer mais perguntas, pois pensou que isso causaria um problema que não conseguiria resolver. Ao final da viagem, viu o homem sair caminhando ao lado dela.

Transcrição da fonte

Vou contar uma experiência de clarividência que tive há algum tempo e que foi bem interessante. Eu estava indo de ônibus quando percebi que alguma coisa o acompanhava. Não sabia o que era, mas sentia que alguma coisa acompanhava o ônibus. Falei: "Deixa eu dar uma olhada pela janela e ver se vejo alguma coisa." Fiquei olhando pela janela. Depois, levantei-me e fui até a outra janela, com cuidado para não assustar ninguém. Fiquei olhando também, mas não vi nada.

Falei: "Acho que vou caminhar até a frente do ônibus, tentar conversar um pouco com o motorista e ver se vejo alguma coisa lá fora." Fui andando até lá e perguntei a ele quanto tempo ainda ia demorar para chegar. Ele me falou, e fiquei olhando pela janela para ver se via alguma coisa. Não vi nada, absolutamente nada. Falei: "Caramba, eu sentia que havia alguma coisa, mas não sabia o que era."

Voltei para o meu lugar e fiquei sentado, olhando para dentro do ônibus. Fiquei olhando, olhando. Quando olhei para a pessoa que estava sentada à minha direita, vi um homem sentado ao lado dela. Falei: "Caramba." Aquilo me parecia ser um espírito. Foi o que me pareceu ser. Fiquei olhando, olhando. Falei: "Ah, não é possível."

Levantei-me e fui até o fundo do ônibus, até o toalete. Quando voltei, olhava lá do fundo para ver se ainda via a figura, mas não via o sujeito. Quando me sentei, olhei de novo e ele estava assentadão. Aparentemente, estava dormindo, com os olhos fechados. No banco em que eu estava, havia uma pessoa. Ela desceu, e fiquei sozinho.

No banco ao lado, havia uma senhora que estava só. Quando vi aquele homem lá, falei: "Meu Deus, não é possível." Os outros bancos estavam todos ocupados por duas pessoas. Fiquei olhando, olhando, e ele desapareceu novamente. Falei: "Puxa vida, isso é uma coisa estranha. Mas vou conversar com a senhora." Era a senhora que estava à minha direita, no outro banco. Levantei-me e me sentei ao lado dela. "Senhora, desculpe, mas eu queria lhe perguntar uma coisa."

Ela falou: "Claro, pode perguntar o que você quiser." Quando começamos a conversar, perguntei como estava o marido dela. Ela falou: "Ah, meu marido já faleceu." Falei: "Caramba, acho que ele estava aqui, sentado ao seu lado, e agora me sentei no lugar dele." A coisa ficou meio ruim para mim. Perguntei: "E há quanto tempo?"

Ela me falou há quanto tempo ele havia falecido e que sentia muita falta dele, porque eram muito apegados um ao outro. Contou que estava indo para uma cidade para conversar com os filhos e com pessoas conhecidas da família dela. Aquilo não tinha nada a ver com o marido, que já havia falecido há uns três ou quatro anos, acredito. Falei: "Puxa, que bom. A senhora vai conversar com os familiares. Isso é muito bom para a gente." Comecei a puxar um papo. Depois falei: "Senhora, me desculpe, vou sentar do outro lado porque vou dormir um pouco."

Ela falou: "Ah, não, vá, descanse." Fui para lá, sentei-me, fiquei com os olhos semicerrados e me encostei para o lado de cá, olhando para ela disfarçadamente. Ela já estava meio dormindo. Então vi se manifestar de novo aquele que eu achava ser o marido dela. Falei: "Caramba, como descubro se é o marido dela?" Eu teria que perguntar a ela.

Fiquei olhando, olhando, e percebia que o espírito olhava para ela e voltava. Olhava para ela de novo e voltava. Pensei: "Não vou perguntar nada, porque isso vai causar um problemão que não vou conseguir resolver."

Fiquei sentado e procurei esfriar a cabeça para não ficar preocupado com nada. Chegamos ao local, agradeci a ela pela conversa, desci e fui embora. Quando ela saiu, o homem que eu acho que era o marido dela saiu caminhando ao lado dela também. Foi isso que aconteceu. Essas são coisas que, quando você enxerga, fica querendo saber mais. Ficamos interessados em saber mais. Mas, no fim das contas, deixei para lá, fui para o outro lado e foi isso.

Questões levantadas pelo material

  • É possível ver um espírito aparecer e desaparecer na clarividência?

Palavras-chave

clarividênciaparentes falecidos

Como citar

ESAGÜI, Moisés. Relato de Clarividência: espírito que desaparecia. Amparo: Centro de Estudos da Consciência, 22 out. 2026. Disponível em: https://centrodeestudos.org/acervo/relato-de-clarividencia-espirito-que-desaparecia/. Acesso em: 7 nov. 2026.

Relato de Clarividência: espírito que desaparecia — Acervo CEC