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Clarividência na infância e percepção dos chacras — YouTube do Acervo CEC

Narrado por Moisés Esagüi3 min de leitura

Desde criança, Moisés via luzes nas pessoas; mais tarde, um livro e o estudo dos chacras o ajudaram a compreender essas percepções.

Clarividência na infância e percepção dos chacras
Vídeo · 15 min 56 s · Assistir no YouTube

Resumo

Na infância, Moisés via pontos de luz nas pessoas sem saber que eram chacras. Um livro e o estudo dos chacras o ajudaram a entender essas percepções e a explorar as possibilidades dessa energia. Como goleiro, antecipava jogadas ao perceber a intenção dos jogadores, capacidade que atribuía ao chacra frontal. Também usava essa percepção para memorizar e reproduzir cores da natureza na pintura. Esse aprendizado exigiu dedicação e foi essencial para sua compreensão da vida.

Transcrição da fonte

O início da minha busca e entendimento sobre os chacras começou quando eu tinha cerca de quatro ou cinco anos. Naquela época, eu via pontos de luz nas pessoas, mas não dava muita importância a isso. Eu morava em Manaus e lembro-me do corredor comprido da casa que meu pai havia alugado, onde havia dois quartos, se não me engano, e eu via figuras e seres pequenos, mais ou menos da minha altura, talvez um pouco mais altos. Percebia pontos de luz no corpo das pessoas, mas não compreendia o que eram.

Com o tempo, esses pontos de luz foram aumentando de tamanho. Havia uma mulher indígena que trabalhava em nossa casa, e eu via uma grande bola de luz na parte baixa do corpo dela. Essas bolas tinham cores muito fortes e variavam de dois a três centímetros. Quando me mudei para São Paulo, comecei a ver essas luzes com mais clareza, mas ainda sem entender o que eram. Depois dos sete anos, eu já fazia projeções astrais, mas sem consciência do que estava acontecendo. Na casa da rua Tutóia, eu observava essas bolas no espelho do banheiro, mas sem saber o que significavam. Eu gostava de pintar e desenhar, e devo ter retratado essas bolas coloridas algumas vezes.

Foi nesse período que comecei a desenvolver clarividência. Meu pai tinha um espelho grande no quarto, e ao olhar nele, vi rostos e uma luminosidade ao meu redor. A primeira experiência foi assustadora (caí da cadeira, saí correndo e passei uma semana sem me olhar), mas despertou minha curiosidade. Eu via bolas de luz na testa, sobre a cabeça e na garganta, mas não sabia que eram chacras. Para mim, eram apenas fenômenos espirituais.

Com o tempo, mudei de cidade várias vezes, voltando a Manaus e depois a São Paulo, e comecei a entender que aquelas luzes eram chacras. Já mais velho, consegui identificar com mais nitidez cada chacra e suas divisões. Observava chacras em várias partes do corpo, mas inicialmente não dava muita importância a eles. Um dia, comprei um livro sobre chacras na Editora O Pensamento, no centro da cidade; acho que o título era Chacras, e finalmente entendi o que eram. Comecei a estudar intensamente para compreender seu funcionamento. Percebi que éramos uma configuração energética e que provavelmente conseguiríamos fazer milhares de coisas com essa energia.

Naquela época, eu gostava de jogar futebol e comecei a aplicar meu conhecimento sobre chacras no gol. Observava jogadores no campo de futebol do Círculo Militar, em São Paulo, e, ao jogar como goleiro, conseguia prever as jogadas, defendendo com mais facilidade. Acreditava que essa habilidade vinha do meu chacra frontal, que me permitia antecipar o momento das ações. Isso me proporcionava uma visão espiritual do jogo: eu via os espíritos correndo e a intenção com que o jogador ia chutar. Embora as pessoas achassem que eu era um bom goleiro, eu sabia que essa habilidade vinha do trabalho com meus chacras.

Eu acreditava ter uma competência devido à minha percepção, que naquela época me era dada pelos próprios chacras. Continuei me desenvolvendo nesse sentido, aprendendo muito sobre eles para aprofundar meu entendimento. Minha intenção era aplicar essa capacidade especialmente na pintura. Ao pintar, observava a natureza e percebia as cores de maneira diferente. Naquela época, ainda conseguia sentir o sabor das coisas, mas com o tempo perdi essa habilidade.

Quando visitava a casa das pessoas, via flores, borboletas e cores de forma única, o que me permitia memorizar e depois reproduzir em minhas pinturas. Todo esse processo foi um aprendizado significativo. Reconheço que foi necessário esforço da minha parte. Sem essa dedicação, não teria conseguido compreender nada da vida. Esse aprendizado foi extremamente importante para mim.

Questões levantadas pelo material

  • Como os chacras aparecem para quem tem clarividência?
  • Como o chacra frontal ajuda a perceber intenções?
  • Como a clarividência pode ajudar na pintura?

Palavras-chave

chacrasclarividênciainfânciaarte

Como citar

ESAGÜI, Moisés. Clarividência na infância e percepção dos chacras. Amparo: Centro de Estudos da Consciência, 15 fev. 2024. 1 vídeo (15 min 56 s). Disponível em: https://centrodeestudos.org/acervo/clarividencia-na-infancia-e-percepcao-dos-chacras/. Acesso em: 6 nov. 2026.

Clarividência na infância e percepção dos chacras — Acervo CEC